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Mostrando postagens de janeiro, 2017

Areia ralada.

Meu joelho direito exibe uma leve cicatriz, algo que eu não nunca tive antes. Ralei o mesmo há uns anos atrás, e foi um ralo bem "ralado". Há umas semanas atrás ralei o joelho esquerdo no mesmo local que o direito. Um ralo mais leve, mas que ainda apresenta marcas. Foi num evento super divertido, na praia, ralei na areia do mar enquanto jogava ping pong. Pés no oceano, as ondas vinham e íam, refrescando, energizando. Os fatos da vida podem também deixar cicatrizes. Menores, maiores. Ou lembranças. E minha mente sempre atenta dificilmente se esquece delas.

Ahoy!

Viajar aberto à estar pronto ao que der e vier é mesmo algo bom. Estar pronto para o que o local de hospedagem oferece e principalmente não oferece, se preparar para lidar com os costumes de outros (sejam bons ou ruins), se adatar para fazer as coisas sozinho quando mais ninguém quiser te acompanhar. É uma forma de apendizagem, de aproveitar para aprender a ser mais útil ao voltar para casa, no que for preciso, mais disposto a atuar no que for necessário. É uma boa sensação estar mergulhado nas experiências da viagem, estar mergulhado em estar presente ali. E também se deixar melhorar no que pode ser melhorado a partir desse contato. Pelo jeito me adapto as situações de viagem melhor do que pensava, e parece que estando sozinha me adapto melhor ainda e mais rápido. Pelo menos estando como um peixe a boiar pela praia e com a areia quente nos pés.